
O processo em que o presidente Lula foi condenado em primeira instância no caso do sítio de Atibaia (SP), que se encaminhava para a fase decisiva em segunda instância, tende a ser revisto e retroceder em nove meses.
É o que informa reportagem da Folha de São Paulo deste domingo 29, a partir do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que réus não-delatores precisam se manifestar por último em ações penais.
Além da necessidade de refazer uma série de etapas, há outro fator a impactar o andamento desse processo: o caso mudará de mãos.
A sentença, agora, deve ser de responsabilidade do juiz Luiz Antonio Bonat, que assumiu a titularidade da Vara Federal da Lava Jato em março.
Felipe Bächtold informa que seria preciso refazer não apenas a sentença, mas também a etapa das alegações finais, quando as partes apresentam ao juiz seus últimos argumentos antes da proclamação da sentença.
Essa fase havia sido concluída em janeiro deste ano. Um mês depois, a juíza Gabriela Hardt, que à época estava à frente da operação em Curitiba, publicou a sentença.
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2019-09-29 12:46:44Z
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